
4 de novembro de 2010
15 de outubro de 2010
6 de outubro de 2010
2010 10 05
1 de outubro de 2010
Energia
Eventualmente o mais estúpido também.
29 de setembro de 2010
Estacionamento dos Ricos
As ruas circunvizinhas têm todas estacionamentos proibidos excepto uma zona que está concessionada a uma associação industrial e portanto a pagantes.
Ora bem, o que verifiquei foi que os carros de média e topo de gama estavam todos parados no estacionamento proibido e em cima dos passeios.
O estacionemento concessionado estava vazio exceptuando a presença do meu carro, o qual como muitos sabem é a merda de uma panda.
Será que os ricos não têm 1 euro para pagar o estacionamento ou são-no a fingir e andar a ratar o trocos para a gasolina?
27 de setembro de 2010
MP3
Chega uma outra criança com 13/14 anos e diz:
"Vocês não sabem, mas essa música é o 2º hino das moscas !".
20 de setembro de 2010
16 de setembro de 2010
Instalador
O Coiso
Arzinho
A Porta do Carro
Mas então a menina, de 13 / 14 anos não sabe ou não pode abrir a porta do carro?
3 de agosto de 2010
Novas Tecnlogias de Topo
22 de julho de 2010
Loiça Sanitária ou Cagar na Arte:
As sanitas chamaram-me a atenção porque, de repente, dei comigo a pensar que se podia cagar na arte.
19 de julho de 2010
16 de julho de 2010
Ganda Estúpido !
14 de julho de 2010
8 de julho de 2010
Frase que nunca quereria receber.
17 de junho de 2010
16 de junho de 2010
O meu PC
Portugal - Costa do Marfim
15 de junho de 2010
INEST - Instituto Nacional da Estupidez
Por isso, agradeço qualquer contribuição nacional sobre a capacidade que os Portugueses têm de serem estúpidos ou de fazerem coisas completamente estúpidas.
14 de junho de 2010
Ninguém ganha aos alentejanos.....
Anedota retirada do Archport.
7 de junho de 2010
%
2 de junho de 2010
Portugal Telecom
31 de maio de 2010
28 de maio de 2010
Estupidez?
26 de maio de 2010
25 de maio de 2010
20 de maio de 2010
19 de maio de 2010
18 de maio de 2010
Baza!
O Marido pergunta à esposa:
- O que é que farias se eu ganhasse o Euromilhões?
A esposa responde-lhe:
- Exigia-te imediatamente a minha metade e deixava-te definitivamente, meu anormal!
Responde-lhe ele,
- Óptimo! Ganhei 12 euros. Tens aqui os teus 6 euros. Agora baza!
11 de maio de 2010
Selecção
7 de maio de 2010
Computador maluco
Mulheres-Bomba
27 de abril de 2010
Amigo Imaginário
26 de abril de 2010
14 de abril de 2010
Papa
O Papa deveria vir cá mais vezes e com longas estadas. Teríamos mais dias de descanso. O que vale é que o Estado é laico.
9 de abril de 2010
O valioso tempo dos maduros
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
'As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade,
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!
Mário Pinto de Andrade
8 de abril de 2010
Anúncio
7 de abril de 2010
Carta Aberta ao Sr. Director do IMC - Instituto dos Museus e Conservação
Que o MNArqueologia não está bem ali onde está, toda a gente sabe. Não foi preciso ouvi-lo para se saber.
Agora mudar para a Cordoaria Nacional, CN, só porque sim e sem condições nenhumas para receber todo aquele acervo, também acha boa ideia e que vai finalmente essas tais boas condições?
Conhece a colecção do MNA? Já entrou na CN?
Já pensou em algum projecto decente para albergar o acervo do MNA?
Que vai acontecer ao Arquivo da Marinha que está na CN?
Para que serve um museu da viagem e da lingua? A mim soa-me a projecto serôdio ao tempo do Salazar, ou será para arquivar a informação dos actuais Portugueses que demandam o estrangeiro porque não conseguem viver cá condignamente?
Agradeço que reflicta em nome da protecção do Património e dê uma olhada à Lei do Património em vigor.
Cumprimentos, JPPereira
6 de abril de 2010
1 de abril de 2010
31 de março de 2010
Banco de Portugal
29 de março de 2010
Luis Raposo
[esclarecimento apresentado durante as VIII Jornadas Anuais do ICOM Portugal, em 29 de Março de 2010]
MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA: mudar, só para melhor
Uma vez que foi anunciada a intenção de fazer transitar rapidamente o Museu Nacional de Arqueologia (MNA) para a Cordoaria Nacional (CN), destinando-se o espaço dos Jerónimos à ampliação do Museu de Marinha ou a um novo museu, o Museu da Viagem, julgo já ser altura de dizer o que penso sobre o assunto. A tal me conduzem os deveres que tenho para com os visitantes, o Grupo de Amigos do MNA, as comunidades científicas e museológicas a que pertenço e sobretudo para com a minha própria consciência pessoal. Vejo, aliás, que o tema mobiliza as comunidades da arqueologia, da museologia e do património e começou a interessar os media. Ainda bem, porque o futuro de uma instituição centenária desta natureza é um assunto de cidadania, que ninguém poderia esperar, muito menos desejar, ficasse escondido dentro de gabinetes.
Como tenho repetido noutras ocasiões (v. por exemplo Publico, 23-12-2006), não sou, em absoluto, contra a transferência do MNA para outras instalações. Pertenci a equipas que procuraram essas alternativas e elas chegaram a estar prefiguradas
Não posso deixar de considerar ser pena que se deitem agora à rua as dezenas, ou porventura centenas, de milhares de euros assim gastos. Mas, enfim, se a opção é de mudança de instalações, então o que importa assegurar é que ela seja claramente para melhor. Não podendo ser para edifício novo, pois que seja para um edifício histórico prestigiado, bem situado e sobretudo adequado às necessidades de um museu moderno, mormente daquele que é um dos mais visitados do Ministério da Cultura, o que possui colecções mais volumosas e vastas e ainda o que tem maior número de bens classificados como “tesouros nacionais”. E já agora, quanto ao espaço deixado livre nos Jerónimos, que se execute nele um projecto cultural que realmente valha a pena e honre a Democracia.
Ora, devo confessar que, não obstante a atitude positiva que sempre tenho em relação à mudança, o espírito construtivo e colaborante a que minha posição funcional me obriga e ainda a esperança que depositei na orientação política traçada pela actual Ministra da Cultura, tenho agora dúvidas que estes desideratos sejam de facto assegurados.
Em Novembro e Dezembro passados, após reuniões tidas com a tutela do MNA e directamente com a senhora Ministra da Cultura, foi traçado um caminho que me pareceu e continua a parecer sério e viável, a saber:
-mandar executar estudos geotécnicos, sob direcção de entidade idónea (que a senhora ministra anunciou à imprensa ser o LNEC), garantidores da viabilidade e condições de instalação do MNA na CN; destes estudos resultariam as obras de engenharia que fossem consideradas como condições prévias a qualquer projecto de arquitectura;
-execução de um projecto da arquitectura arrojado, respeitador da Cordoaria (ela própria classificada como monumento nacional e merecedora de todo o respeito) e do programa museológico do MNA;
-afectação de toda a CN ao MNA, reconfigurado institucionalmente de modo a incluir alguns serviços de arqueologia do Ministério da Cultura que nele poderiam desejavelmente ter lugar;
-não instalação antecipada na CN de serviços do MC, de modo a que o espaço estivesse totalmente disponível para a execução do projecto de arquitectura; correlativamente, não havendo necessidade de ocupação da CN por parte da Cultura, não entrega adiantada à Marinha de espaços nos Jerónimos, mantendo aqui o MNA toda a sua capacidade operacional, até que pudesse ser transferido para a CN, em boa e devida ordem.
Nos últimos dois meses parece que toda esta estratégia foi abandonada, sem que se perceba muito bem porquê. Talvez apenas pelo que se quer fazer nos Jerónimos e não propriamente pelo interesse na melhoria do MNA. Importa recordar que a ideia de afectar o sector oitocentista dos Jerónimos em exclusivo à Marinha, de forma clara (ampliação do Museu de Marinha) ou encapotada (Museu da Viagem, colocado em instalações alienadas para a Marinha, bem diferente do que seria um tal museu antropológico e civilista, sob tutela exclusiva da Cultura), limita-se a ressuscitar o antigo projecto do Estado Novo, sob impulso do almirante Américo Thomaz, que teve golpe de finados quando o Conselho da Revolução, em Janeiro de 1976 (no rescaldo do 25 de Novembro e quando País corria o risco de uma deriva cesarista), entendeu publicar um decreto hoje risível, no qual se impunha a transferência para a Marinha de todos os espaços dos Jerónimos não afectos ao culto. É irónico que este projecto seja retomado agora, mas… é a vida. Na condição em que subscrevo este texto, apenas me cumpre assinalar esta entorse cívica. Todavia, na mesma condição, cumpre-me mais, cumpre-me denunciar a extraordinária situação para que um museu mais do centenário e um acervo tão vasto e estruturante para o País são atirados, tratados como meros empecilhos para que uma opção política de regime possa rapidamente ser executada. Em ditaduras terceiro-mundistas não se faria diferente.
Quanto ao edifico da CN o problema não é tanto político mas técnico e altamente complexo, fazendo todo o sentido os cuidados na sua abordagem, acima sumariados. Trata-se de uma proposta que tem meio século, ressurge ciclicamente e foi sempre recusada com base em pareceres técnicos credíveis. Mudaram entretanto as circunstâncias ? Talvez. Mas apenas se alguém com competência bastante puder agora garantir a inexistência ou o adequado controlo dos riscos sísmicos, de inundação, impacte de marés, etc. que são reconhecidos naquele preciso local (edificado sobre o estuário do rio Seco num local, “Junqueira”, que significa pântanos de juncos) e arriscam conduzir a uma catástrofe para o acervo histórico nacional que o MNA guarda. E se outro alguém garantir depois a mobilização dos meios financeiros suficientes para a profunda requalificação do quarteirão inteiro da CN, onde nalguns sectores se verifica uma quase ruína e noutros as coberturas são em telha vã, os pavimentos são irregulares, estão saturadas em sais marinhos, etc., etc. Ora, a única coisa que até aqui me foi apresentado em sentido tranquilizador, foi um parecer dado a título individual por um antigo técnico LNEC, certamente competente, mas que não responsabiliza mais do o seu autor. O Grupo de Amigos do MNA obteve estudo de outro técnico muito credenciado e que vai em sentido contrário; eu próprio recolhi pareceres de dois dos mais reputados especialistas portugueses em engenharia sísmica – e todos concordam em alertar para o risco efectivo e elevado que existe no local da CN.
Talvez assim se compreenda melhor porque atribuo a esta matéria tanta importância. Talvez se entenda porque não posso em consciência, neste momento, considerar como definitivamente adquirida a transferência do MNA para CN. E, por outro lado, também assim se possa melhor perceber porque considero inaceitável executar desde já o despejo de parte do MNA nos Jerónimos – situação que seria sempre anómala (e desnecessária, porque não existem agora pressões para colocar quaisquer serviços da Cultura na CN), porque o que faria sentido, conforme o acordado inicialmente, era que o Museu apenas desocupasse os espaços actuais quando mudasse de instalações, após as obras profundas de arquitectura a que a CN deverá inevitavelmente ser submetida.
Continuo, pois, a aguardar a apresentação pública de estudos que garantam a segurança do acervo do MNA na CN. Aguardo, logo depois, a abertura de concurso público ou o convite a arquitecto consagrado para desenvolver o projecto que se impõe, tudo isto sem esquecer os estudos urbanísticos da zona envolvente, de modo a precaver, e potenciar, o fluxo das várias centenas de milhar de pessoas que passarão anualmente a frequentar uma zona em que se irão colocar lado a lado os dois mais visitados museus do Ministério da Cultura.
No entretanto, o MNA continuará a servir da melhor forma que puder os seus utilizadores, no cumprimento do programa cívico que Leite de Vasconcelos concebeu e Bernardino Machado adoptou. As iniciativas públicas já tomadas em torno do futuro do MNA, com especial relevo para o espírito combativo demonstrado pelo nosso Grupo de Amigos e para os oferecimentos de activa solidariedade por parte de personalidades as mais diversas, das associações científicas e profissionais, das universidades e das autarquias, reconfortam-me e dão fé de que a sociedade civil não está adormecida.
Luís Raposo
Director do Museu Nacional de Arqueologia, 29 de Março de2010.
26 de março de 2010
19 de março de 2010
São Patrício
4 de março de 2010
Selecção Portuguesa de Futebol
25 de fevereiro de 2010
22 de fevereiro de 2010
Temperatura sobe.
4 de fevereiro de 2010
PSI 20
22 de janeiro de 2010
Pensar na vida
21 de janeiro de 2010
7 de janeiro de 2010
Trocas de Mensagens
25 de dezembro de 2009
Aquecimento global para 2010.
23 de dezembro de 2009
CNE
17 de dezembro de 2009
14 de dezembro de 2009
Camisola
Compensa enormemente o uso de meias.
10 de dezembro de 2009
Depoimento
De + poi + (a) + mento(e),
ou seja,
De poia na mente.
Lã
O cachecol cheirava mal e referi que a lã estaria mal pisoada.
Comentário de terceira pessoa: - É lã de porco !
9 de dezembro de 2009
Cimeira de Copenhaga
As putas vão prestar serviço de borla aos conferencistas por uma razão qualquer (já não consegui apanhar o resto da notícia que falava sobre isso).
Racismo Social
Estava eu a arrumar o meu carro junto da loja da minha prima.
Atrás do meu carro estava um brutal Audi não sei quantos, enfim uma banheira.
Junto à porta da loja da minha prima estavam os donos do carro grande (percebi isso depois).
Pareceram estar com a quela ar de quem estava à espera que a loja abrisse (abria às 14 horas).
Para ser simpático com a minha prima, ofereci-me às pessoas dizendo que a dona era minha prima e que provalvemente chegaria um pouco mais tarde pr qualquer razão, pois isso não era hábito dela.
A seguir ofereci-me para lhe telefonar, dizendo que tinha clientes à porta.
Ela quiz falar com eles e estes não se importaram de falar pelo meu telefone. Lá falaram.
No final do telefonema, o gajo passa-me o telefone de mão estendida sem olhar para mim, com cara de desprezo de quem se acha superior, nem se quer agradecendo.
Então não é que o cabrão nem sequer percebeu o favor, a simpatia como foi tratado por cidadão comum, que esteve a falar ao teu telefone, sendo eu a pagar sobre um assunto que era do interesse dele, o filha da puta?
Claro que disse, então não se agradece? Nem respondeu, embora a mulher dele se tenha desfeito em agradecimentos.
Depois vim a saber que o cabrão era empregado de topo de um banco qualquer. E DEPOIS?
Depois não querem que ache que os portugueses sejam classistas, gostam de colocar as pessoas em patamares sociais. Cambada de racistas !
1 de dezembro de 2009
30 de novembro de 2009
Quando entrei na sala de trabalho ...
A chave escolhida foi ... a da porta da rua do meu prédio ...
Cimeira em Portugal
Cimeira em Portugal
16 de novembro de 2009
13 de novembro de 2009
Os refugiados e o poder.
Guterres é o sexagésimo quarto.
Pergunta: qual é o sexagésimo quarto poder do mundo, Guterres ou os refugiados que representa?
Será que podemos esperar que os refugiados passem para o Top ten no ano que vem?
Pergunta mais parva não há.
11 de novembro de 2009
Anedota
- Mãe pão com manteiga é tão bom...
Pergunta a mãe:
- E onde comeste pão com manteiga?
Responde o rapaz:
- Ó mãe... não comi mas vi comer!
6 de novembro de 2009
5 de novembro de 2009
Conversa tida no MSN ...
o teu pc também tem placas de dentes?
2 diz:
depende
2 diz:
é uma questão de heterogeneidade ou de futuro?
1 diz:
se estiveres vinculado a uma trasumância da alma éprovável
2 diz:
sem dúvida
2 diz:
mas apenas se a alma for aberta a novas tendências dimensionais
1 diz:
a minha está aberta às novas tendências trainzanianas
2 diz:
a minha ainda se encontra agarrada ás antigas tendências
1 diz:
no entanto sem oscular o porteiro, evidentemente
4 de novembro de 2009
Claude Levy-Strauus
Um dos meus irmãos licenciou-se em Antropologia na FCH da UNL. Costumava e costuma contar um episódio agora oportuno.
2 de novembro de 2009
Bolsas de Valores
30 de outubro de 2009
Petróleo
Hoje o petróleo está a cerca de 70 dólares e o preço da gasolina é ?
27 de outubro de 2009
Brincar aos políticos
Perguntei-lhes: vão casar?
Responderam: não estamos a brincar aos políticos.
- Ai sim? Como?
- Eu sou o Sócrates e ela é a Manuela.
- Ah...
Pensei: qual será o noivo?
26 de outubro de 2009
Brincar aos Políticos
Sucede que ao Cavaco puseram-lhe o nome Sovaco Silva.
21 de outubro de 2009
20 de outubro de 2009
19 de outubro de 2009
DVD ? DVD+R ?
- É aquele que se Deita, Vira e Dorme.
E um marido DVD+R?
- É aquele que se Deita, Vira, Dorme e Ressona.




